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Momentos...sem palavras! (take one)

por Telha a telha..., em 29.11.13

...porque aprender também é partilhar momentos especiais!

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publicado às 17:55

Descobre uma nova imagem...

por Telha a telha..., em 18.11.13

Desta vez a "Ciência Experimental" levou-nos até à sala do lado... A professora Helena - do JI -  ajudou-nos a compreender que os espelhos refletem as imagens e as invertem. Foi tão divertido!

 

 

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publicado às 16:44

A horta da Eco Janeirinha...

por Telha a telha..., em 15.11.13

A nossa horta vai andando... Não tão depressa como gostaríamos, pois as condições climatéricas não têm ajudado nada. Mesmo assim, já semeamos e já plantámos: ervilhas, favas, tremoços, couves, alfaces, salsa, alho, hortelã pimenta... Tivemos a colaboração de familiares e amigos: uns estiveram no terreno e outros ofereceram as sementes e as plantas. Um grande bem-haja a eles!

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publicado às 20:19

Eco Escolas

por Telha a telha..., em 14.11.13

Hoje decorreu a primeira sessão inserida no projeto Eco Escolas.

Foi uma exposição muito interessante e aprendemos muita coisa nova. 

Ficámos tão entusiasmados que decidimos criar um nome para a nossa horta: Eco Janeirinha. Vejam lá como é fofinha!

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publicado às 19:24

A Magia da Amizade

por Telha a telha..., em 07.11.13

A Magia da Amizade

 

Esta história que vos vamos contar passou-se no dia treze de dezembro… Nunca nos iremos esquecer!...

Começou a nevar intensamente em Janeiro de Cima e nós estávamos na sala de aula a fazer um desenho sobre o Natal.

De repente, ouvimos um estranho barulho que fazia lembrar um trovão. Receosos mas curiosos, fomos ver o que se passava e dirigimo-nos para o recreio da escola, de onde o som provinha.

Qual não foi o nosso espanto ao depararmo-nos com o Pai Natal estatelado no chão e ferido no joelho… O pobre coitado! As suas renas estavam penduradas numa árvore e o Rodolfo tinha o nariz a piscar, fazendo lembrar uma luz de sirene!

Fomos de imediato ajudar o Pai Natal a levantar-se. A professora foi buscar a caixa de primeiros socorros e aplicou-lhe um curativo.

O Pai Natal ficou muito alegre por o termos ajudado e agradeceu com um grande ”ohohohbrigado”. Tirou de dentro de uma bolsa, que estava pendurada no cinto das calças, um pó mágico. Soprou-o em direção das renas que logo saíram da árvore, aparecendo ao pé de nós, como que por artes mágicas.

            - O meu problema ainda não está resolvido. – lamentou-se o Pai Natal. – Preciso da vossa ajuda! Quando estava a voar no meu trenó houve uma espécie de explosão e o meu querido trenó partiu-se em onze bocados.

                Começámos a procurar os fragmentos do trenó com muita vontade de ajudar o nosso novo amigo. Deu cá uma trabalheira! É que eles estavam em diferentes sítios: perto da capela de S. Sebastião, na Malhada Velha, em Bogas de Cima, em Bogas do Meio, em Bogas de Baixo… Ufa! Que estafa! E o último pedaço foi complicadíssimo de encontrar… Não aparecia! O Pai Natal estava a ficar tão desesperado que nem quis um chocolate quentinho, coisa que ele adora! Mas… finalmente! Lá estava ele, o último bocado do trenó! Imaginem só que se encontrava a boiar nas águas da “nossa” praia fluvial. Foi o Rodolfo que o foi buscar, a nado. Coitado! Ainda engoliu uns poucos de pirolitos e depois desta banhoca ficou com uma enorme constipação e com o nariz mais vermelho e batatudo que nunca!

                Já era quase de noite quando conseguimos entregar as onze partes do trenó ao Pai Natal. Este pegou nos pedaços, colocou-os um a um no chão e, quando chegou ao décimo primeiro, juntaram-se todos, formando de novo o trenó.

       Achámos isto muito engraçado porque o Pai Natal parecia que estava a montar um puzzle!

       Finalmente, a magia tinha regressado ao trenó e este já podia sobrevoar os céus do mundo inteiro, para que as prendas pudessem ser distribuídas. Além disso, cada um de nós ganhou um magnífico presente: a autorização especial para entrarmos em contacto com o Pai Natal via skype!

                O que foi verdadeiramente importante nesta história não foram as prendas mas sim a verdadeira amizade que ainda hoje perdura, entre nós e o Pai Natal. É que não há nada mais belo que uma amizade verdadeira … Aquela amizade que não olha a dificuldades para ajudar o amigo aflito. Aquela amizade que dá magia às nossas vidas!

 

Conto da autoria dos alunos da EB1 de Janeiro de Cima

 

 

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publicado às 18:26

Lenda de S. Sebastião de Janeiro de Cima

por Telha a telha..., em 04.11.13

Lenda de S. Sebastião em Janeiro de Cima

 

"Cerca do ano de 1757-58, a população de Janeiro de Cima foi assolada por uma forte epidemia, devido à qual sucumbiu uma grande parte do número de habitantes de então. As mortes eram em tão grande escala e o medo que a epidemia se alastrasse era de tal ordem, que muitas vezes as pessoas ainda não haviam morrido completamente, e já as estavam a enterrar. Segundo a lenda a perda de vidas teria sido maior se não tivesse sido a divina interferência de S. Sebastião. A história que passou de geração em geração, é esta: Os Janeirenses ao verem dia a dia a sua população diminuir, decidiram recorrer a S. Sebastião advogado das pestes, guerras e epidemias, pedindo que os ajudasse. Como não tinham a imagem do mártir, pediram-na à aldeia vizinha, Janeiro de Baixo. Mas as habitantes de Janeiro de Baixo, receando que a epidemia se alastrasse para o outro lado do rio, não permitiram que os habitantes de Janeiro de Cima fossem à sua aldeia buscar o Santo. Na manhã seguinte, vieram eles mesmos, de madrugada, colocar o Santo na margem esquerda do rio, partindo imediatamente tal era o seu medo. Como o Santo afastou a peste, os Janeirenses cumpriram o que lhe haviam prometido: construíram-lhe uma capela e compraram uma imagem do Santo, celebrando no dia 20 de Janeiro de cada ano a sua festa. Nessa festa lá Janeirenses oferecem 100 pães e 5 litros de vinho começando-se a dádiva no cimo da aldeia e dando o volta completa. A festa ou tradição, mantém-se ainda hoje, oferecendo os Janeirenses esta boda, pão e vinho, a quem se encontrar no local. Esta é uma das tradições mais pitorescas desta aldeia."

 

MOURA, José Carlos Duarte Contos, Mitos e Lendas da Beira Coimbra, A Mar Arte, 1996 , p.35

 

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publicado às 18:11

Flutua ou não flutua?

por Telha a telha..., em 01.11.13

Hoje esteve tudo muito animado!

Na nossa sala tivemos uma aula de "ciências experimentais" em conjunto com a colega da pré. 

Cada um de nós trouxe um objeto de casa que colocou na água para verificar se flutuava ou não.

Primeiro registámos o que achávamos que iria acontecer.

 

De seguida, como cientista que se preze, verificámos experimentalmente se estávamos certos ou errados.

Depois fizemos novo registo numa outra grelha.

Seguidamente comparámos resultados e finalmente concluímos...

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publicado às 17:19



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